“Não eram um casal perfeito, daqueles de cinema. Brigavam muito, ficavam um tempo sem se falar e nesse intervalo ainda rolava uma guerra de indiretas, cada um querendo ser o dono da verdade. Mas no fundo eles sabiam que tudo era joguinho bobo de orgulho, e que por trás das caras fechadas e bicos não se aguentavam de saudade. Tudo bem se eles passavam uma imagem de cão e gato, mas uma coisa é certa. Eles se amavam mais do que qualquer coisa.”
Sei lá…
É que às vezes
eu saio de mim
e sempre esqueço de voltar.
Eu sou e sempre fui vítima do amor. Porque o amor demais prejudica. Porque o amor de menos prejudica. Porque o amor é feito bebida: tem que tomar a dose certa.
Uma vez meu pai me disse que conheceu a mulher mais insuportável que brigava com ele todos os dias, e por incrível que pareça, essa mulher tem meu sobrenome.